Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

Eles...

Ao anoitecer, de phones nos ouvidos e de cabeça baixa. Não me interessa o que os outros dizem, por que motivo sorriem eles. Não quero saber. Deixem-me caminhar de mãos dadas com a minha solidão (que, se calhar, é tão grande como a deles), tanto eu como ela não estamos minimamente interessadas no ar de felicidade dos que por nós passam. Talvez essa alegria toda seja mesmo aparente, mas hoje até o cansaço me impede de interpretar e de fingir aquilo que eu não tenho, como eles fazem.
Há dias em que o melhor que temos a fazer é mesmo ficar em casa. E ainda assim há sempre alguma coisa que nos incomoda...
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